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Agora vai: Pastor sugere que fiéis destruam seus computadores para combater pornografia

Por Ocioso 11/07/2013 22h10
Foto: Ocioso
Há a explicação evolucionária, de que o instinto de reprodução acompanha a espécie humana desde sua gênese, mas a verdade é que adoramos uma boa sacanagem. Em Pompéia quando não estavam botando pra correr os hippies e suas idéias alarmistas de erupção iminente, o povo estava fornicando. Quando não fornicavam, montavam afrescos nas paredes mostrando gente fornicando.

Até a bíblia tem um capitulo inteiro dedicado à arte da safardanagem, e haja jogo de cintura pra explicar os Cânticos de Salomão. Mesmo assim a Sociedade, quando entra em fase puritana, denuncia todo mundo que se diverte mais do que eles como culpados pelas mazelas do mundo. Como o faz o pastor Jay Dennis.

Ele está promovendo a campanha “Join 1 Million Men”, que pretende (não ria) livrar a Internet da pornografia (eu falei pra não rir!). O “racional” é que pornografia é um vício e vai destruir sua vida, além de suas meias e seu teclado.

O pastor é tão compreensivo que defende o conceito de que é possível praticar o pecado menor de homenagear Onan, sem utilização de material audiovisual complementar. SIM, ele quer que a galerinha volte a usar a imaginação, como nos velhos tempos. Bíblicos, pois de Gutemberg pra cá nossa imaginação sempre foi complementada, seja pelas virgens de pinturas renascentistas, seja por textos.

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Ele clama que todo mundo destrua seu estoque estratégico de material fappatório, o que faria sentido uns 10 anos atrás. Claro, ele defende idéias da Idade do Bronze então complicado explicar o conceito de nuvem, vídeos on demand, XVideos, Redtube e similares.

Por sorte a proposta do Pastor Jay é abrangente, ele sugere que se for necessário você deve não só destruir seu estoque mas, para evitar que volte a consumir pornografia online, destrua seu computador também.

Agora a cereja do bolo: Junto com a campanha para destruir computadores o pastor lançou… uma app de iPhone. Afinal perigosos são os computadores, não um dispositivo pessoal portátil capaz de exibir filmes e fotos, e que dá pra segurar com uma só mão.