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Professora do Ifal de Palmeira é selecionada para capacitação na Finlândia

Por Redação com Ascom IFAL 13/12/2014 09h09
Foto: Arquivo Pessoal
A docente do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) em Palmeira dos Índios, Sheyla Marques, foi selecionada para uma capacitação na Finlândia dentre outros 34 professores da rede federal de educação profissional e tecnológica. Ela está com partida marcada para fevereiro de 2015 e o objetivo é passar cinco meses desenvolvendo seu projeto em uma universidade de ciência aplicada na Finlândia.

O projeto “Construir”, que foi aceito pelo programa, aborda a reutilização dos resíduos de construção e demolição para fabricação de novos materiais de construção civil. A professora segue a mesma linha de sustentabilidade do seu estudo do tijolo solo-cimento a partir do reaproveitamento da cinza do bagaço da cana-de-açúcar na formulação do produto, que se tornou mais barato, resistente e sustentável.

A pesquisa terá o prazo de um ano para ser finalizada e, para isso, contará com recursos do Cadastro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). As propostas aprovadas receberão também recursos de 9,6 mil euros para despesas com taxas escolares. A iniciativa integra o programa Professores para o Futuro, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

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Em entrevista, a docente afirma que as oportunidades que estão sendo ofertadas na área de Ensino propiciam esse tipo de conquista. “Além disso, temos um forte investimento na capacitação de professores e são muitas portas que se abrem para a Pesquisa. Estou muito realizada profissionalmente e é muito gratificante ver que nossos projetos têm potencial para ser aprovado”, opinou Sheyla Marques.

Os professores selecionados passarão por um período de cinco meses de capacitação profissional nas universidades finlandesas de ciências aplicadas Hamk, Haaga-Helia e Tamk. Os projetos estão voltados para o desenvolvimento local em ações de pesquisa aplicada a partir do modelo finlandês de educação profissional. Após o período na Finlândia, os docentes retomarão o projeto no Brasil.