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Criador de animais procura polícia para denunciar morte de 6 cavalos
Nesta terça-feira (20), o criador que teve seis cavalos mortos por envenenamento nesse fim de semana, Cícero Messias Junior, vai procurar a Polícia Civil para cobrar a apuração do caso. Desde a tarde da última sexta-feira, os animais agonizavam, vítimas, aponta Messias, de uma ação criminosa. Uma força-tarefa foi montada entre os moradores do Village Campestre II, em Maceió, para salvar os animais, mas a comunidade não conseguiu evitar o pior.
De acordo com o criador, o último animal morreu nesse domingo após agonizar por horas. Apesar da situação que chamou a atenção de todos os moradores, ele diz não saber quem pode ter envenenado os animais. “Esse papel caberá à polícia. Não posso dizer quem foi que teve essa capacidade. Lamento muito”, contou Messias, revelando ainda que a égua que morreu no domingo estava prenha.
Seguindo as recomendações de amigos e moradores, ele vai ao distrito policial do bairro do Eustáquio Gomes, nesta terça, cobrar investigação por parte da Polícia Civil. “Essas pessoas devem ser responsabilizadas. De todos os animais, só restou um. Os outros, no total de seis, morreram”, reforçou.
Ainda de acordo com o criador, os animais foram alimentados normalmente na sexta-feira. Após algum tempo, Cícero percebeu que os cavalos estavam passando mal. Dois deles não resistiram à substância química, vindo a óbito já no sábado, enquanto outros quatro também morreram horas depois. A causa das mortes foi confirmada por um veterinário que se deslocou até a chácara.
Outro caso
Em dezembro, o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA) mobilizou uma força-tarefa para tentar salvar vários cães que foram envenenados dentro da Organização Não Governamental (ONG), situada no bairro Farol. Mesmo com o esforço de profissionais e voluntários, 12 animais não resistiram e acabaram morrendo. A polícia, com o apoio do Ministério Público Estadual (MPE), investiga o caso.
De acordo com o criador, o último animal morreu nesse domingo após agonizar por horas. Apesar da situação que chamou a atenção de todos os moradores, ele diz não saber quem pode ter envenenado os animais. “Esse papel caberá à polícia. Não posso dizer quem foi que teve essa capacidade. Lamento muito”, contou Messias, revelando ainda que a égua que morreu no domingo estava prenha.
Seguindo as recomendações de amigos e moradores, ele vai ao distrito policial do bairro do Eustáquio Gomes, nesta terça, cobrar investigação por parte da Polícia Civil. “Essas pessoas devem ser responsabilizadas. De todos os animais, só restou um. Os outros, no total de seis, morreram”, reforçou.
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Outro caso
Em dezembro, o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA) mobilizou uma força-tarefa para tentar salvar vários cães que foram envenenados dentro da Organização Não Governamental (ONG), situada no bairro Farol. Mesmo com o esforço de profissionais e voluntários, 12 animais não resistiram e acabaram morrendo. A polícia, com o apoio do Ministério Público Estadual (MPE), investiga o caso.
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